sábado, outubro 1


O símbolo da Liga da Prevenção é o Super Camisinha. Ele é o maior defensor do nosso corpo, quando a questão é a prevenção contra a AIDS e as DST’s. Ele possui vários rivais, mas o seu arqui-inimigo é o super potente Vírus HIV.
Toda a campanha publicitária e informativa que vimos fazendo tem como base o nosso super-heroi. É por isso que em analogia à Liga da Justiça as cores usadas por nós são o azul, o amarelo e o vermelho. Essa última foi também escolhida, pois é a cor do laço símbolo da luta conta a AIDS.

"Um gato tem nove vidas, você apenas uma. Previna-se."

AIDS NO BRASIL

No final de 2003, estimava-se que cerca de 600 mil brasileiros viviam com HIV/AIDS. Este número representa mais de um terço do 1.7 milhão de casos estimados para toda a América Latina. Estima-se que no Brasil, 0.7% dos adultos entre 15 e 49 anos estão vivendo com HIV/AIDS e que 36% do total de brasileiros vivendo com HIV/AIDS sejam mulheres. Em 2003, aproximadamente 15 mil brasileiros morreram por causas relacionadas à infecção pelo HIV. Cerca de 41 mil novos casos de AIDS (isto é, da doença, e não de infecções pelo HIV) foram registrados no Brasil em 2004.
O governo brasileiro começou a oferecer acesso gratuito e universal ao tratamento antirretroviral em 1996. Em 2004, gastou US$ 260 milhões em medicamentos e estima que o acesso ao tratamento representou para a economia do país mais de US$ 2 bilhões, que foram gastos com assistência médica desde o início da epidemia ( até 2004). À economia de custos são atribuídos os amplos esforços brasileiros em iniciativas de prevenção, incluindo a distribuição de preservativos, troca de seringas e campanhas de testagem.

HUMANIDAIDS

No final de 2004, a Organização Mundial de Saúde estimou o número de pessoas infectadas pelo HIV no mundo em cerca de 40 milhões das quais 2,5 milhões com idade inferior a 15 anos e 11,8 milhões entre 15 e 24 anos. Em 2007, dados da ONU apontaram uma queda de aproximadamente 17,5% no número de pessoas infectadas pelo HIV que seriam então 33 milhões; isso aconteceu porque o número de novos infectados foi inferior ao de portadores mortos no período.

ASSIM NÃO PEGA O HIV

  • Masturbação a dois;
  • Suor, lágrimas, saliva ou espirro;
  • Vaso sanitário , pias e piscinas;
  • Picada de inseto;
  • Copos, pratos, talheres, roupas de cama e toalhas usadas por pessoas que têm o vírus;
  • Doando sangue;
  • Abraço, aperto de mão e carinho.

COMO SE CONTRAI O HIV?

• Quando o sêmen ou fluido vaginal de uma pessoa infectada entra em contato com a mucosa (membrana) da vagina, pênis ou reto.
 
• Quando a pele é penetrada por uma agulha, ou outro instrumento cortante que tenha restos de sangue de uma pessoa infectada pelo HIV.

• Da mãe infectada para seu bebê, por meio da placentaantes do nascimento, durante o parto, ou pelo aleitamento materno após o nascimento.

• Na transfusão de sangue, existe a possibilidade de infecção, se o sangue estiver contaminado.

MITO OU VERDADE - PARTE II


  • A mulher não transmite o HIV quando tem relação homossexual.

Mito - Sabe-se que o líquido vaginal e o sangue menstrual contêm quantidades  suficientes do vírus para contaminar. O importante é não transar quando uma das duas estiver menstruada e, se usarem vibradores ou outros objetos, eles não podem ser compartilhados.

  • É necessário ter mais de um parceiro para se infectar com o HIV ou outra DST.

Mito- Basta um único contato com uma pessoa infectada pelo HIV ou por qualquer uma DST para que haja transmissão.

  • É possível se infectar com o HIV por meio de uma transfusão sanguínea.

Verdade- No início da epidemia de AIDS uma parte das pessoas que se infectaram pelo HIV o adquiriram por meio do recebimento de sangue contaminado com tal vírus. Por causa disso, o Governo Federal estabeleceu a testagem obrigatória do sangue a ser doado. Mesmo assim, é importante sempre checar a proveniência do sangue antes do recebimento do mesmo. É importante ressaltar que o ato de doar sangue não implica em nenhuma contaminação, desde que se use materiais descartáveis e/ou esterelizados para a coleta do sangue. DOE SANGUE, SALVE VIDAS.

  • Não há relação alguma entre Doença Sexualmente Transmissível e HIV.

Mito – A presença de uma DST aumenta o risco de contrair e transmitir o HIV. Feridas, rupturas e inflamações nas mucosas dos genitais, freqüentes sintomas de DST, são “portas de entrada” do vírus da AIDS. Por isso é muito importante que a pessoa que tenha uma DST comunique ao parceiro.

MITO OU VERDADE - PARTE I

É muito comum se criar mitos e suposições sobre todos os assuntos polêmicos, e a AIDS não fica fora disso. Portanto, a partir de agora, iremos esclarecer os temas mais discutidos.

  • HIV pode passar pelo beijo na boca.                                                                                            
Verdade - Apesar de ser uma afirmação verdadeira, segundo o médico, a possibilidade de alguém ser infectado pelo vírus durante o beijo é mínima e existe apenas se tiver com um ferimento grande na boca, como logo após uma cirurgia de extração de dente.

  • Ninguém morre de AIDS.                                                                                                       
Verdade - A doença pode deixar a pessoa muito debilitada, o que abre espaço para outras patologias, as chamadas doenças oportunistas. Elas se aproveitam de um momento de fraqueza do sistema imunológico pra se instalarem. Estas sim têm a chance de levar o infectado à morte. Portanto, a pessoa não morre de AIDS, mas em decorrência dela.

  • A probabilidade de uma mulher contrair HIV é maior que a de um homem.      

Verdade - A mulher é mais vulnerável por ficar mais tempo em contato com a secreção sexual. O esperma ainda pode ser encontrado no colo de seu útero de 24 a 48 horas após a relação.

  • Toda criança que nasce de mãe com HIV tem o vírus.                                                   

Mito - Bebês que nascem de mães soropositivas têm 17% de chances de serem contaminadas caso a mulher não tome as medidas de prevenção necessárias, segundo o infectologista. Durante o pré-natal, toda gestante tem o direito e deve realizar o teste de HIV. Quando o problema é identificado, entre as recomendações estão o uso de drogas antirretrovirais, o parto cesariano e a suspensão do aleitamento materno, substituindo-o por leite artificial (fórmula infantil) e outros alimentos, conforme a idade da criança. No parto normal, o filho tem contato com a secreção da vagina, o que aumenta o risco de transmissão.



     Fonte: http://www.aids.gov.br/pagina/duvidas-frequentes

PREVENÇÃO - PARTE II

O que fazer quando a camisinha estoura?
 
Sabe-se que a transmissão sexual do HIV está relacionada ao contato da mucosa do pênis com as secreções sexuais e o risco de infecção varia de acordo com diversos fatores, incluindo o tempo de exposição, a quantidade de secreção, a carga viral do parceiro infectado, a presença de outra doença sexualmente transmissível, entre outras causas. Sabendo disso, se a camisinha se rompe durante o ato sexual e há alguma possibilidade de infecção, ainda que pequena (como, por exemplo, parceiro de sorologia desconhecida), deve-se fazer o teste após 30 dias para que a dúvida seja esclarecida.
A ruptura da camisinha implica risco real de infecção pelo HIV. Independentemente do sexo do parceiro, o certo é interromper a relação, realizar uma higienização e iniciar o ato sexual novamente com um novo preservativo. A higiene dos genitais deve ser feita da forma habitual (água e sabão), sendo desnecessário o uso de substâncias químicas, que podem inclusive ferir pele e mucosas, aumentando o risco de contágio pela quebra de barreiras naturais de proteção ao vírus. A presença de lesão nas mucosas genitais, caso signifique uma doença sexualmente transmissível, como a gonorreia, implica um risco adicional, pois a possibilidade de aquisição da AIDS aumenta. Na relação anal, mesmo quando heterossexual, o risco é maior, pois a mucosa anal é mais frágil que a vaginal.

A camisinha é mesmo impermeável ao vírus da AIDS?
 
A impermeabilidade dos preservativos é um dos fatores que mais preocupam as pessoas. Em um estudo realizado nos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, esticou-se o látex do preservativo, ampliando-o 2 mil vezes ao microscópio eletrônico, e não foi encontrado nenhum poro. Outro estudo examinou as 40 marcas de camisinha mais utilizadas em todo o mundo, ampliando-as 30 mil vezes (nível de ampliação que possibilita a visão do HIV) e nenhuma apresentou poros. Por causa disso, é possível afirmar que a camisinha é impermeável tanto ao vírus da AIDS quanto às doenças sexualmente transmissíveis.

Qual o procedimento adequado para uma gestante soropositiva?
 
Iniciar o pré-natal tão logo perceba que está grávida. Começar a terapia antirretroviral segundo as orientações do médico e do serviço de referência para pessoas que convivem com o HIV/AIDS. Fazer os exames para avaliação de sua imunidade (exame de CD4) e da quantidade de vírus (carga viral) em circulação em seu organismo. Submeter-se ao tipo de parto mais adequado segundo as recomendações do Ministério da Saúde. Receber o inibidor de lactação e a fórmula infantil para sua criança.

PREVENÇÃO - PARTE I

Que cuidados devem ser tomados para garantir que a camisinha masculina seja usada corretamente?
 
Abrir a embalagem com cuidado - nunca com os dentes ou outros objetos que possam danificá-la. Colocar a camisinha somente quando o pênis estiver ereto. Apertar a ponta da camisinha para retirar todo o ar e depois desenrolar a camisinha até a base do pênis. Após a ejaculação, retirar a camisinha com o pênis ainda ereto, fechando com a mão a abertura para evitar que o esperma vaze de dentro da camisinha. Dar um nó no meio da camisinha para depois jogá-la no lixo. Nunca usar a camisinha mais de uma vez. Utilizar somente um preservativo por vez, já que preservativos sobrepostos podem se romper com o atrito.
Além desses cuidados, também é preciso certificar-se de que o produto contenha a identificação completa do fabricante ou do importador. Observe as informações sobre o número do lote e a data de validade e verifique se a embalagem do preservativo traz o símbolo de certificação do INMETRO (Instituto Nacional de Metrologia), que atesta a qualidade do produto. Não utilize preservativos que estão guardados há muito tempo em locais abafados, como bolsos de calça, carteiras ou porta-luvas de carro, pois ficam mais sujeitos ao rompimento.

Por que, em algumas situações, o preservativo estoura durante o ato sexual?
 
Quanto à possibilidade de o preservativo estourar durante o ato sexual, pesquisas sustentam que os rompimentos devem-se muito mais ao uso incorreto do preservativo que por falha estrutural do produto em si.

DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

Toda ferida ou corrimento genital é uma DST?

Não necessariamente. Além das doenças sexualmente transmissíveis, existem outras causas para úlceras ou corrimentos genitais. Entretanto, a única forma de saber o diagnóstico correto é procurar um serviço de saúde.

É possível estar com uma DST e não apresentar sintomas?


Sim. Muitas pessoas podem se infectar com alguma DST e não ter reações do organismo durante semanas, até anos. Dessa forma, a única maneira de se prevenir efetivamente é usar a camisinha em todas as relações sexuais e procurar regularmente o serviço de saúde para realizar os exames de rotina. Caso haja alguma exposição de risco (por exemplo, relação sem camisinha), é preciso procurar um profissional de saúde para receber o atendimento adequado. 

Onde se deve ir para fazer o tratamento de outras DST que não a AIDS?


Deve-se procurar qualquer serviço de saúde disponível no Sistema Único de Saúde (SUS).

Quais as providências a serem tomadas em caso de suspeita de infecção por alguma Doença Sexualmente Transmissível?


Na presença de qualquer sinal ou sintoma de possível DST, é recomendado procurar um profissional de saúde, para o diagnóstico correto e indicação do tratamento adequado.

HIV E AIDS - PARTE II

Qual o tempo de sobrevida de um indivíduo portador do HIV?

Até o começo da década de 1990, a AIDS era considerada uma doença que levava à morte em um prazo relativamente curto. Porém, com o surgimento do coquetel (combinação de medicamentos responsáveis pelo atual tratamento de pacientes HIV positivo) as pessoas infectadas passaram a viver mais. Esse coquetel é capaz de manter a carga viral do sangue baixa, o que diminui os danos causados pelo HIV no organismo e aumenta o tempo de vida da pessoa infectada.
O tempo de sobrevida (ou seja, os anos de vida pós-infecção) é indefinido e varia de indivíduo para indivíduo. Por exemplo, algumas pessoas começaram a usar o coquetel em meados dos anos noventa e ainda hoje gozam de boa saúde. Outras apresentam complicações mais cedo e têm reações adversas aos medicamentos. Há, ainda, casos de pessoas que, mesmo com os remédios, têm infecções oportunistas (infecções que se instalam, aproveitando-se de um momento de fragilidade do sistema de defesa do corpo, o sistema imunológico).

Quanto tempo o HIV sobrevive em ambiente externo?

O vírus da AIDS é bastante sensível ao meio externo. Estima-se que ele possa viver em torno de uma hora fora do organismo humano. Graças a uma variedade de agentes físicos (calor, por exemplo) e químicos (água sanitária, glutaraldeído, álcool, água oxigenada) pode tornar-se inativo rapidamente.

HIV E AIDS - PARTE I

Atualmente, ainda há a distinção entre grupo de risco e grupo de não risco?

Essa distinção não existe mais. No começo da epidemia, pelo fato da AIDS atingir, principalmente, os homens homossexuais, os usuários de drogas injetáveis e os hemofílicos, eles eram, à época, considerados grupos de risco, termo não mais utilizado. Atualmente, fala-se em comportamento de risco, pois o vírus passou a se espalhar de forma geral, não mais se concentrando apenas nesses grupos específicos. Por exemplo, o número de heterossexuais infectados por HIV tem aumentado proporcionalmente com a epidemia nos últimos anos, principalmente entre mulheres.

O que se considera um comportamento de risco, que possa vir a ocasionar uma infecção pelo vírus da AIDS (HIV)?

Relação sexual (homo ou heterossexual) com pessoa infectada sem o uso de preservativos; compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente, no uso de drogas injetáveis; reutilização de objetos pérfuro-cortantes com presença de sangue ou fluidos contaminados pelo HIV.

segunda-feira, setembro 26

ENTREVISTA COM CLEONICE MENEGATTI

Cleonice Maria Negrelle Menegatti, que trabalha há seis anos como farmacêutica do Serviço de Atendimento Especializado do Centro de Testagem e Aconselhamentos (SAE/CTA) DST/ AIDS de Eunápolis, Bahia. Durante uma tarde, esclareceu-nos dúvidas, respondeu perguntas e forneceu-nos materiais para trabalho e pesquisa.

“Aqui no SAE/CTA, temos o acompanhamento psicológico e médico. Esse não é só para o paciente, e sim para toda família.”

1)  Quantas drogas, hoje em dia, são ou podem ser utilizadas pelas pessoas com HIV/AIDS?

Estão disponíveis, no total, trinta e três drogas (incluindo diferentes combinações). Dentre essas temos as de uso oral e as de administração subcutânea. Em Eunápolis e região são utilizados dezenove remédios e suas distribuições ocorrem de acordo com cada paciente.

2)  Cada paciente precisa tomar quantas drogas?

Os pacientes devem tomar no mínimo três drogas. Em alguns casos, os medicamentos são condensados em apenas uma cápsula, fazendo com que a pessoa tome um comprimido que faz o efeito de mais de um. 

“O tratamento necessita de acompanhamento regular, para se avaliar efeitos colaterais e possíveis dificuldades em se seguir corretamente as recomendações”.

3)  Qual a diferença entre os medicamentos em relação a suas ações?

Os medicamentos se dividem em cinco classes:
- Inibidores Nucleosídeos da Transcripitase Reversa (Zidovudina, Abacavir, Didanosina, Estavudina e Lamivudina)
- Inibidores não Nucleosídios da Transcripitase Reversa (Efavirenz, Nevurapina e Etravirina)
- Inibidores de Protease (Amprenavir, Atazanavir, Darunavir, Indinavir, Lopinavir/r, Nelfinavir, Ritonavir e Saquinavir)
- Inibidores de fusão (Enfuvirtida)
- Inibidores da Integrase (Raltegravir)
   Todos eles têm a função de evitar a multiplicação do vírus ou impedir a redução de novas células infectadas pelo HIV.

4)  Qual é o número de pessoas com AIDS, tratadas em Eunápolis?

São cento e vinte e três pessoas acompanhadas no SAE /CTA. Delas seis     são crianças (de zero a quatorze anos) e o restante adulto.

“É essencial o diálogo com profissionais da saúde para que assim se compreenda o esquema das medicações e não haja dúvidas.”

quarta-feira, setembro 7

TESTE SEUS CONHECIMENTOS SOBRE A CAMISINHA

Você já sabe que a camisinha evita a gravidez e te protege da AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis. Se não sabia, acaba de ficar sabendo. O que mais você conhece sobre a camisinha?

Assinale a alternativa que você considera correta e depois confira as respostas


1)   Na China, as primeiras camisinhas eram feitas de:

a)    Papel de seda e óleo.
b)   Papel laminado e azeite.
c)    Arame farpado.

2) Qual desses materiais nunca foram usados na fabricação de preservativos?

a)    Linho.
b)   Tripas de animais diversos.
c)    Esparadrapo.

3) Em 1839, Charles Goodyear descobriu o processo de vulcanização da borracha, que é a transformação de borracha crua em estrutura elástica resistente, boa para fabricar pneus e camisinhas. As camisinha de borracha eram:

a)    Tão duras que demoravam quinze minutos para serem colocadas.
b)   Lavadas e usadas muitas vezes, até que a borracha arrebentasse.
c)    Recicladas e transformadas em pneus para chuva.

4)   A maior camisinha do mundo...

a)    Foi feita sob medida para o ator pornô John Holmes, cujo pênis media 38 centímetros.
b)   Tinha dois metros e vinte de altura e cobriu um jogador de basquete polonês.
c)    Tinha vinte metros de altura e cobriu a fachada de um hotel de 20 andares na China.

5)  Por que chamamos o preservativo masculino de camisinha?

a)    O nome original era camisa–de-vênus, mas mudou para camisinha, porque uma banda de rock com o mesmo nome processou o governo brasileiro por causa de direitos autorais.
b)    Porque o uso popular consagrou o nome camisinha. Mas ela ainda pode ser chamada de camisa–de-vênus.
c)     Porque é uma roupinha bem pequenininha para o pênis.

6) Por que temos que usar apenas lubrificantes à base de água na camisinha?

a)    Porque usar manteiga, óleo e outras coisas de cozinha é muito nojento.
b)   Porque qualquer outro produto (a vaselina, por exemplo) pode danificar a camisinha e você nem perceber.
c)     Porque outros produtos podem fazer a camisinha se incendiar com o atrito da penetração.

7)   Normalmente, por que a camisinha estoura?

a)    Porque o jato de esperma pode ser expelido com velocidade e potência alucinantes.
b)   Porque o preservativo não foi bem colocado e ainda ficou um pouco de ar preso na ponta.
c)    Por causa da diferença de temperatura entre o pênis e o ambiente externo.

8) Qual a principal diferença entre o preservativo distribuído no posto de saúde e o comprado na farmácia?

a)    O do posto é de graça e o da farmácia é pago.
b)   Um fica no posto de saúde e o outro na farmácia (dããã... jura?).
c)    A embalagem. A qualidade é a mesma.
d)   Todas as alternativas anteriores estão corretas. 

Gabarito: 1-a    2-c    3-b    4-c    5-b   6-b    7-b    8-d

quarta-feira, agosto 31

QUAL É O TRATAMENTO?

O acompanhamento médico da infecção pelo HIV é essencial, tanto para quem não apresenta sintomas e não toma remédios (fase assintomática), quanto para quem já exibe algum sinal da doença e segue tratamento com os medicamentos antirretrovirais, fase que os médicos classificam como AIDS.
Nas consultas regulares, a equipe de saúde precisa avaliar a evolução clínica do paciente. Para isso, solicita os exames necessários e acompanha o tratamento. Tomar os remédios conforme as indicações do médico é fundamental para ter sucesso no tratamento. Isso é ter uma boa adesão.
No atendimento inicial, são solicitados os seguintes exames: sangue, fezes, urina, testes para hepatites B e C, tuberculose, sífilis, dosagem de açúcar e gorduras, avaliação do funcionamento do fígado e rins, além de Raios-X do tórax.
Outros dois testes fundamentais para o acompanhamento médico são o de contagem dos linfócitos T CD4+Teste de CD4 - é o melhor indicador de como está funcionando o sistema imunológico. e o de carga viralTeste de carga viral - o resultado mostra se o vírus está se reproduzindo no organismo. (quantidade de HIV que circula no sangue). Eles são cruciais para o profissional decidir o momento mais adequado para iniciar o tratamento ou modificá-lo. Como servem para monitorar a saúde de quem toma os antirretrovirais ou não, o Consenso de Terapia Antirretroviral recomenda que esses exames sejam realizados a cada três ou quatro meses.
Determinada pelo médico, a frequência dos exames e das consultas é essencial para controlar o avanço do HIV no organismo e determina o tratamento mais adequado em cada caso.

POSITIVO NÃO É SINAL DE DIFERENTE

 

segunda-feira, agosto 29

O QUE É AIDS?

A AIDS é o estágio mais avançado da doença que ataca o sistema imunológico. A Síndrome da Imunodeficiência Adquirida, como também é chamada, é causada pelo HIV. Como esse vírus ataca as células de defesa do nosso corpo, o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças, de um simples resfriado a infecções mais graves como tuberculose ou câncer. O próprio tratamento dessas doenças fica prejudicado.
Há alguns anos, receber o diagnóstico de AIDS era uma sentença de morte. Mas, hoje em dia, é possível ser soropositivo e viver com qualidade de vida. Basta tomar os medicamentos indicados e seguir corretamente as recomendações médicas.
Saber precocemente da doença é fundamental para aumentar ainda mais a sobrevida da pessoa. Por isso, o Ministério da Saúde recomenda fazer o teste sempre que passar por alguma situação de risco e usar sempre o preservativo.

O QUE É HIV?

HIV é a sigla em inglês do vírus da imunodeficiência humana. Causador da AIDS, ataca o sistema imunológico, responsável por defender o organismo de doenças. As células mais atingidas são os linfócitos T CD4+. E é alterando o DNA dessa célula que o HIV faz cópias de si mesmo. Depois de se multiplicar, rompe os linfócitos em busca de outros para continuar a infecção.
Ter o HIV não é a mesma coisa que ter a AIDS. Há muitos soropositivos que vivem anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a doença. Mas, podem transmitir o vírus a outros pelas relações sexuais desprotegidas, pelo compartilhamento de objetos pérfuro-cortantes contaminados ou de mãe para filho durante a gravidez e a amamentação. Por isso, é sempre importante fazer o teste e se proteger em todas as situações. 
Conceito biológico – HIV é um retrovírus, classificado na subfamília dos Lentiviridae. Esses vírus compartilham algumas propriedades comuns: período de incubação prolongado antes do surgimento dos sintomas da doença, infecção das células do sangue e do sistema nervoso e supressão do sistema imune.