sábado, outubro 1

MITO OU VERDADE - PARTE I

É muito comum se criar mitos e suposições sobre todos os assuntos polêmicos, e a AIDS não fica fora disso. Portanto, a partir de agora, iremos esclarecer os temas mais discutidos.

  • HIV pode passar pelo beijo na boca.                                                                                            
Verdade - Apesar de ser uma afirmação verdadeira, segundo o médico, a possibilidade de alguém ser infectado pelo vírus durante o beijo é mínima e existe apenas se tiver com um ferimento grande na boca, como logo após uma cirurgia de extração de dente.

  • Ninguém morre de AIDS.                                                                                                       
Verdade - A doença pode deixar a pessoa muito debilitada, o que abre espaço para outras patologias, as chamadas doenças oportunistas. Elas se aproveitam de um momento de fraqueza do sistema imunológico pra se instalarem. Estas sim têm a chance de levar o infectado à morte. Portanto, a pessoa não morre de AIDS, mas em decorrência dela.

  • A probabilidade de uma mulher contrair HIV é maior que a de um homem.      

Verdade - A mulher é mais vulnerável por ficar mais tempo em contato com a secreção sexual. O esperma ainda pode ser encontrado no colo de seu útero de 24 a 48 horas após a relação.

  • Toda criança que nasce de mãe com HIV tem o vírus.                                                   

Mito - Bebês que nascem de mães soropositivas têm 17% de chances de serem contaminadas caso a mulher não tome as medidas de prevenção necessárias, segundo o infectologista. Durante o pré-natal, toda gestante tem o direito e deve realizar o teste de HIV. Quando o problema é identificado, entre as recomendações estão o uso de drogas antirretrovirais, o parto cesariano e a suspensão do aleitamento materno, substituindo-o por leite artificial (fórmula infantil) e outros alimentos, conforme a idade da criança. No parto normal, o filho tem contato com a secreção da vagina, o que aumenta o risco de transmissão.



     Fonte: http://www.aids.gov.br/pagina/duvidas-frequentes

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